- Manusear o peixe dentro da água o maior tempo possível.
- Fora da água, ao manusear o peixe, manter as mãos molhadas (a mão seca retira o muco que protege o peixe).
- Usar somente anzóis sem farpa ou com a farpa amassada.
- Ao pescar em profundidades maiores do que 30 pés, puxar o peixe devagar, para que haja tempo para a descompressão (adequação do peixe quanto à pressão da água).
- Utilizar a linha com um comprimento um pouco maior do que a recomendada, para que a luta dure menos tempo, cansando menos o peixe.
- Retirar o anzol com alicate de bico, quando não estiver muito profundo.
- Cortar a linha e deixar o anzol dentro do peixe, quando o anzol estiver muito profundo.
- Rapidez e delicadeza ao tirá-lo da água para pesar, medir e fotografar.
Além desses cuidados, sabe-se que os peixes fisgados com iscas artificiais, ou moscas, têm maior chance se sobrevivência do que os fisgados com iscas naturais.
Nos casos em que o anzol tenha ferido, o olho, a guelra ou a metade inferior do corpo do peixe, é indicado o sacrifício do animal, pois as chances de que ele sobreviva são muito pequenas. |